Pra quem quiser me visitar....
  • Provence: o mercado de Saint-Rémy
  • A hora do chá no Le Meurice, em Paris
  • Berlim, de bocado em bocado
  • “Redefinindo Sustentabilidade”: Parabere Forum chega à terceira edição debatendo a igualdade de gênero na gastronomia
  • Lenha no fogão: comida e memória no sul de Minas Gerais
  • Fazenda do Serrote: refúgio na divisa entre Rio e Minas Gerais
  • Restaurante Roberta Sudbrack fecha as portas no Rio de Janeiro: o fim pode ser uma ponte?
  • Padaria da Esquina, a nova casa de Vitor Sobral em São Paulo: minhas impressões
  • The Slow Bakery, o café
Terça, 21 Fevereiro 2012

Goiabada? Doce de leite? Menos açúcar, por favor

Adoro os doces e compotas que dão o tom da mesa mineira. Goiabada, doce de leite, de mamão verde, de laranja da terra. Acompanhando um naco de bom queijo Canastra, são um belo desfecho pra uma refeição naquelas paragens. A questão é que nesse tipo de receita, em geral, exagera-se na quantidade de açúcar. São, quase sempre, mais doces do que o desejável – ao menos, pra mim, que penso que açúcar é coisa que se deve usar com comedimento. Mas, procurando bem, encontrei algumas boas versões nessa passagem por Tiradentes e Bichinho.

Como já tinha comentado no último post, entre os que experimentei no Pau de Angu, por exemplo, quase todos tinham açúcar demais. O mesmo eu diria do famoso doce de leite do lendário Chico Doceiro. Apesar de tão elogiado, particularmente, achei doce além da conta. Confesso que, ainda assim, não resisti a seus canudinhos recheados, mas devo dizer que achei melhores – embora também mais açucarados que o ideal – os que provei na “Doces do Bichinho”. Aliás, foi exatamente nessa casa no Bichinho que encontrei um dos melhores doces que comprei nessa viagem: uma sublime goiabada cascão de textura perfeita e brilho impressionante. O melhor: tinha açúcar na medida. Lamento até agora não ter trazido mais...

Doces do Bichinho

Doces do Bichinho

Doces do Bichinho

Doces do Bichinho

Outra bela surpresa, como já havia mencionado alguns posts atrás, foi o doce de laranja da terra que comi na Estalagem do Sabor. Ao saber que o fornecedor era o “Doce de Leite do Bolota”, fui até lá, ávida por trazer alguns potes pra casa. O estoque tinha acabado e, como não era época da fruta, não havia esperança. Mas o próprio garçom da Estalagem me sugeriu duas alternativas: a Casa do Queijo e a Ké Kejo, que, além de queijos, vendem doces. Comprei nas duas. Não me causaram o que causou o doce do Bolota – este, afinal, ganhou aquela aura dos sabores que não se repetem e que a memória cuida de agigantar – mas eram, de fato, quase tão gostosos quanto. Tanto que foram devorados mais rápido do que manda o bom senso. Resta-me agora voltar pra refazer o estoque...

Estalagem do Sabor

 

Chico Doceiro – Rua Francisco Pereira de Morais 74 - Tiradentes
Doces do Bichinho – no final da rua principal do Bichinho, quase em frente ao restaurante Tempero da Ângela
Doce de Leite do Bolota – Rua Bia Fortes 77 - Tiradentes
Casa do Queijo - Largo Henrique Diniz 146 - Tiradentes
Ké Kejo - Rodovia BR 265 S/N KM 254 - Trevo de Tiradentes

 

As atualizações do blog também estão no meu twitter.

Deixe seu comentário:
© 2012 Pra quem quiser me visitar - Todos os direitos reservados - Design de Branca Escobar

Envie para um amigo:

*
*

Fale comigo:

*

Assinar Newsletter:

Remover email: