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Segunda, 24 Junho 2013

Quinta do Vallado: meu pouso no Vale do Douro

Quinta do Vallado

Elegi a Quinta do Vallado como pouso no fim de semana que passei no Vale do Douro. A quinta que pertenceu a Dona Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, uma das poucas em posse de seus descendentes é, hoje, um dos cinco produtores integrantes da associação conhecida como Douro Boys.

A propriedade estonteante, emoldurada pelos socalcos do Baixo Corgo, abriga uma guesthouse no edifício histórico, de 1733, e um hotel boutique inaugurado em 2012, em cujo projeto o xisto é elemento essencial. Embora a fachada ocre do século XVIII me fale mais à alma, fiquei com o conforto tão século XXI dos quartos do novo hotel. A varanda aberta pra inesquecível paisagem, só ela, já teria valido a escolha.

Quinta do Vallado

Quinta do Vallado

Quinta do Vallado

Quinta do Vallado

Quinta do Vallado

Quinta do Vallado

Tudo ali evidencia bom gosto, sobriedade, elegância. O belo mobiliário – pudesse, teria trazido comigo todas as cadeiras e poltronas. A integração com o cenário e a inteligência de não pretender disputar com ele. As linhas da moderna adega, concluída no final de 2009. O serviço discreto – em muitos momentos, é quase possível esquecer que se está num hotel e sentir-se em casa. E mesmo detalhes menos perceptíveis, como o ar blasé com que nossa guia na visita à adega e às caves encarou o pedantismo de um americano, dono de loja de vinhos na Califórnia, que nos deu o desprazer de sua companhia.

Quinta do Vallado

Quinta do Vallado

Quinta do Vallado

Quinta do Vallado

Quinta do Vallado

Do lado de fora, a propriedade é um convite a longas caminhadas. Além dos quilômetros de vinhas, há oliveiras, laranjeiras e outras árvores frutíferas, de onde sai a matéria-prima pro azeite ali produzido e pras geleias servidas no bom café da manhã.

Quinta do Vallado

Quinta do Vallado

Quinta do Vallado

Quinta do Vallado

Quinta do Vallado

Quinta do Vallado

Quinta do Vallado

Quinta do Vallado

Tão fundamental quanto uma longa caminhada é reservar algum tempo pra se dedicar com afinco a nada fazer – de preferência, na companhia de um dos vinhos produzidos na quinta. Nada além de contemplar a força daquela paisagem que de modo tão peculiar alia a exuberância da natureza ao suor do homem. Agradecer ter olhos pra ver aquilo que o escritor duriense Miguel Torga tão bem definiu como um poema geológico.

Quinta do Vallado - http://www.quintadovallado.com/

 

Comentários:
em 06-10-2013
por: Vilma
Belas fotos, lindissimas mesmo!! quero saber como fazer reserva?Obrigada,Vilma
em 28-11-2013
por: Monica
Lindas fotos, adorei a recomendação de não fazer nada.
Como não havia mais lugar disponível reservei Quinta da PAcheca, vc conhece?
Obrigada
em 01-12-2013
por: Constance
Não, Monica, nunca me hospedei na Quinta da Pacheca.
em 05-02-2017
por: Patricia Rona de Aguiar Faria
Em março vou para a Quinta do Vallado, tenho dois dias no hotel. Apesar de querer curtir o hotel, tenho curiosidade de conhecer outras quintas aos arredores e passeios. Você tem alguma recomendação de roteiro? Desde já agradeço a atenção!!
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